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Composição da população

A composição da população adulta do Brasil segundo o estado conjugal. Rio de Janeiro, IBGE, 1965. 8 f., tab. (Pesquisas demográficas, 11).

Análise dos dados para o Brasil e para as diversas regiões geográficas. Proporções comparativas dos casados nas diferentes formas. Algumas comparações internacionais.

A composição da população segundo a cor, no conjunto do Brasil, nas regiões fisiográficas e nas Unidades da Federação. In: CONSELHO NACIONAL DE ESTATÍSTICA. Laboratório de Estatística. Estudos sobre a composição da população do Brasil segundo a cor. Rio de Janeiro, 1950. 153 p., il. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística demográfica, 11) cap. 1, p. 7-39.

Critérios de levantamento e apuração da cor aplicados no censo de 1940; resultados gerais da apuração, com discriminação do sexo; comparação desses resultados com os dos censos anteriores. Tentativa de determinação das taxas reais de incremento natural dos diversos grupos de cor entre 1872 e 1940.

A composição da população do Brasil segundo a cor, por sexo e grupo de idade. In: SERVIÇO NACIONAL DE RECENSEAMENTO. Gabinete Técnico. Estudos sobre a composição da população do Brasil segundo a cor. Rio de Janeiro, 1950. 153 p., il. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística demográfica, 11) cap. 2, p. 41-51.

Em continuação ao capitulo 1 examina-se a composição por sexo, idade e cor combinados, da população presente em 1940, como também a composição por idade dos diversas grupos de cor e a participação destes grupos nos diferentes grupos de idade.

A composição da população do Brasil segundo o estado conjugal em 1950. Rio de Janeiro, IBGE, 1956. 8 f., tab. (Estudos demográficos, 155).

Variação das diversas classes de estado conjugal de 1940 a 1950 e diferenças entre as classes correspondentes dos dois sexos. Variação das proporções das diversas classes de estado conjugal em relação à idade e proporções das diversas classes, na população adulta de cada sexo.

A composição da população por sexo, idade e grandes classes de nacionalidade num Município típico das zonas de antiga imigração. Rio de Janeiro, IBGE, 1942. 7 f., tab. (Análise de resultados da apuração do censo demográfico, 7).

Análise da composição da população do Município de Ribeirão Preto (SP), em 1920 e 1940: sexo, idade e grandes classes de nacionalidade; percentagem dos brasileiros natos, por sexo e grupos de idade; composição percentual por idade da população de cada sexo, natural do Brasil e estrangeiro; composição percentual da população por sexo e grandes classes de naturalidade.

Composição por sexo e idade da população profissionalmente ativa. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 27, n. 108, p. 209-214, out./dez. 1966, tab.

Confronto internacional da proporção da população profissionalmente ativa na população total e sua composição por sexo e idade. Influência da composição por idade da população e da intensidade da ocupação profissional nas diferentes idades sobre a proporção da população profissionalmente ativa na população masculina total.

A composição segundo o estado conjugal, dos principais grupos de cor em algumas Unidades da Federação, e suas relações com a fecundidade. Rio de Janeiro, IBGE, 1956. 14 f., tab. (Estudos demográficos, 161).

Composição, segundo o estado conjugal, da população feminina: proporção das solteiras, casadas, viúvas, desquitadas e divorciadas. Composição masculina: proporção dos solteiros, casados, viúvos, desquitados e divorciados. Índice da frequência das uniões livres.

Cor da população

Atividades dos amarelos e posições nas respectivas ocupações no Estado de São Paulo. In: CONSELHO NACIONAL DE ESTATÍSTICA. Laboratório de Estatística. Pesquisas sobre os diversos grupos de cor nas populações do Estado de São Paulo e do Distrito Federal. Rio de Janeiro, 1951. 118 p., il. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística demográfica, 12) cap. 3, seção 7, p. 82-85, tab., gráf.

Discriminação dos habitantes de cor amarela segundo ramos de atividade principal e posições na ocupação por sexo.

Atividades e posição na ocupação, nos diversos grupos de cor da população do Brasil. Rio de Janeiro, IBGE, 1950. 24 f., tab. (Estudos complementares das Análises de resultados do censo demográfico de 1940, 12).

Estudo da apuração do sexo, da cor, do ramo de atividade e da posição na ocupação, efetuada com referência ao censo de 1940; objetivo principal do estudo: determinar a situação comparativa dos diversos grupos de cor na organização econômica e social. Publicado na Revista Brasileira de Estatística, v. 11, n. 44, out./dez. 1950, p. 559-578.

O desenvolvimento da população preta e parda do Brasil. In: CONSELHO NACIONAL DE ESTATÍSTICA. Laboratório de Estatística. Estudo sobre a natalidade e a mortalidade no Brasil. Rio de Janeiro, 1952, 161 p. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística demográfica, 14) cap. 4, p.35-46.

Análise crítica comparativa dos censos de 1872, 1890 e 1940, visando a estabelecer aproximadamente a variação efetiva dos diversos grupos de cor, em parte disfarçada pelas diferenças dos critérios de levantamento e de qualificação da cor aplicados nos sucessivos censos e nas diversas partes do país, e a determinar as respectivas taxas de natalidade e de mortalidade.

Os empregados domésticos, em geral e segundo a cor, no Distrito Federal. In: SERVIÇO NACIONAL DE RECENSEAMENTO. Gabinete Técnico. Pesquisas sobre os diversos grupos de cor nas populações do Estado de São Paulo e do Distrito Federal. Rio de Janeiro, 1951. 118 p., il. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística demográfica, 12) cap. 5, p. 110-115.

Discriminação dos empregados domésticos segundo a idade, a cor e a nacionalidade, por sexo.

Crescimento da população

O crescimento da população do Brasil entre 1872 e 1940. Rio de Janeiro, IBGE, 1945. 12 p. (Aplicações do censo demográfico para a reconstrução e emenda das estatísticas do movimento da população, 25 e 25 A ).

A população do Brasil, segundo os 5 censos. Aumento total da população em cada período intercensal. Estimativa do aumento pelo excedente das imigrações sobre as emigrações, e cálculo do aumento pelo excedente dos nascimentos sobre os óbitos, em cada período intercensal.

O desenvolvimento da população do Brasil nos últimos cinqüenta anos. Rio de Janeiro, IBGE, 1950. 4 f., tab. (Estudos complementares das Informações básicas sobre o Brasil, 1.03).

Apresentação de diferentes hipóteses e conseqüentes cálculos, para reconstituição aproximada do desenvolvimento demográfico no Brasil.

A população do Brasil e seu desenvolvimento nos últimos 125º anos. In: ___. Aspectos da formação e evolução do Brasil. Rio de Janeiro, Edição do Jornal do Commercio, 1953. 585 p., p.141-147.

Contribuição à coletânea de estudos organizada na ocasião do 125º aniversário do Jornal do Commercio.

Os fatores demográficos do crescimento das populações americanas nos últimos cem anos. Rio de Janeiro, IBGE, 1942. 15+2f., tab. (Estudos de demografia interamericana, 1).

O crescimento da população da América de 1840 a 1940; crescimento migratório; controle recíproco das estatísticas dos países de imigração e de emigração; decomposição do aumento total da população americana; aumento natural independente da imigração, aumento natural dependente, e aumento imigratório; comparações com a Europa e a União Soviética; os fatores do crescimento da população dos Estados Unidos de 1840 a 1940.

Distribuição de renda

Dados e observações sobre a distribuição das rendas das pessoas físicas contribuintes do imposto de renda no Brasil. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 10, n. 38, p. 197-222, jun. 1949, tab.

Algumas estimativas da renda nacional, mostrando que as rendas das pessoas físicas contribuintes do imposto de renda em 1945, correspondem, apenas, a um sétimo da renda nacional, enquanto essas pessoas representam menos de 1% das que exercem atividades econômicas diretamente remuneradas. Examina a distribuição das referidas pessoas e das respectivas rendas segundo classes de renda, em 1945 e 1946, e sua distribuição territorial em 1946. Estende-se o exame da distribuição, por classes, às diversas Regiões Fisiográficas e Unidades da Federação.

Estatísticas econômicas

Estatísticas necessárias ao estudo e orientação da economia brasileira. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 4, n. 16, p. 653-660, out./ dez. 1943. Comunicação ao I Congresso Brasileiro de Economia.

Esclarecida a importância de uma adequada organização da estatística econômica nacional, não somente para a administração pública e para os estudos, mas também para o desenvolvimento das atividades econômicas, indicam-se as necessidades mais urgentes nesse domínio, com referência aos setores da produção, circulação, distribuição e consumo.

A estrutura da economia agropecuária do Brasil segundo o censo agrícola de 1940. Rio de Janeiro, IBGE, 1950. 61 p., tab. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística agrícola, 1).

Edição definitiva de um estudo divulgado em edição preliminar em 1948. Exposição, elaboração e análise dos dados sobre a extensão das atividades agropecuárias, tipos de exploração (agrícola, pecuária, mista), aproveitamento da área (lavoura, pastagens, matas e terras não aproveitadas), extensão dos estabelecimentos, valor, valor da produção, tipos de propriedade, formas de gestão e pessoal ocupado. Esse estudo, para o conjunto do Brasil, serviu como padrão para estudos paralelos por Estados, que estão sendo publicados na mesma série.

Estimativas de população

Aplicação comparativa de diferentes critérios para as estimativas de população no período posterior ao censo demográfico de 1940. I. Estimativas da população total do Brasil. Rio de Janeiro, IBGE, 1946. 11 f., tab. (Aplicações do censo demográfico para a reconstrução e emenda das estatísticas do movimento da população, 31).

Observações acerca do problema do cálculo da população nos períodos pós-censitários; diversos critérios de cálculo; processos mais simples conforme progressões aritméticas; cálculos da população de 01 de setembro de 1941 a 1952, segundo progressões com as diferenças segundo constantes e segundo a função logística. Comparação dos resultados do cálculo da população em 01 de setembro de 1950. Cálculo do aumento decenal.

Aplicação comparativa de diferentes critérios para as estimativas da população no período posterior ao censo demográfico de 1940. II. Estimativas da população das Unidades da Federação. Rio de Janeiro, IBGE, 1946. 11 f., tab. (Aplicações do censo demográfico para a reconstrução e emenda das estatísticas do movimento da população, 33).

Incrementos relativos e taxas médias geométricas anuais de aumento da população das diversas Unidades da Federação no período 1890-1940. Estimativas da população das diversas Unidades em 01 de setembro de 1950, segundo dois critérios diferentes; comparação das estimativas mantendo-se fixa a estimativa da população total.

Critérios para as estimativas da população total do Brasil. In: SERVIÇO NACIONAL DE RECENSEAMENTO. Gabinete Técnico. Aplicação comparativa de diferentes critérios para as estimativas da população do Brasil no período entre os recenseamentos de 1940 e 1950. Rio de Janeiro, 1949. 37 p., tab. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística demográfica, 7) cap. 1, p. 7-17.

Observações acerca do problema do cálculo da população nos períodos pós-censitários.

Estimativas da composição por sexo e idade da população do Brasil, em 1950. Rio de Janeiro, IBGE, 1950. 6 f. (Estudos complementares das Informações básicas sobre o Brasil, 1.02).

Observações decorrentes da comparação das estimativas da população do Brasil em 1950, divulgadas pela Divisão de População das Nações Unidas e pelo Gabinete Técnico do Serviço Nacional de Recenseamento de 1940.

Estimativas da população das Unidades da Federacão nos anos de 1941 a 1953. Rio de Janeiro, IBGE, 1952. 27 f., tab. (Estudos demográficos, 17).

Comparação entre os dados de população apurados nos dois censos, determinando tanto o incremento relativo da população no período intercensitário, como a taxa média geométrica anual do incremento.

Fecundidade

Análises retrospectivas da fecundidade feminina. Rio de Janeiro, IBGE, 1963. 15 f., tab. (Estudos demográficos, 275).

Processo de análise retrospectiva. Aplicação ao Brasil e às Unidades da Federação e limitada às mulheres prolíficas, às mulheres casadas e ex-casadas, a grupos de mulheres discriminados segundo o número de filhos tidos. Indícios de omissões nas declarações dos filhos tidos pelas mulheres em idades avançadas. Trabalho revisto e publicado em Giornale degli Economisti e Annali di Economia sob o título: Un metodo per il calcolo di saggi di fecondità retrospettivi.

Determinação da fecundidade feminina segundo a idade, conforme as apurações do censo demográfico de 1940, e aplicações ao cálculo da taxa de natalidade da tábua de fecundidade e do coeficiente de reprodução para a população do Brasil. Rio de Janeiro, IBGE, 1947. 17 f. tab. desd. (Aplicações do censo demográfico para a reconstrução e emenda das estatísticas do movimento da população, 37).

Sendo muito incompletas as estatísticas dos nascimentos segundo o registro civil, procura-se, neste estudo, chegar indiretamente à determinação do número dos nascimentos e da sua distribuição, segundo a idade das mães, aproveitando-se a apuração censitária dos filhos tidos pelas mulheres recenseadas em 1940, discriminadas segundo a idade. Taxas de fecundidade cumulativas até cada determinada idade; cálculo do número anual dos nascimentos da taxa de natalidade geral que, coordenadas com a tábua de sobrevivência, permitem a construção de uma tábua de fecundidade; coeficiente de reprodução (net reproduction rate) e coeficiente do incremento natural da população estável para o Brasil.

Determinação da marcha da fecundidade feminina em função da idade, por meio das apurações censitárias, com aplicações aos Estados de Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro, IBGE, 1943. 9 f., tab. (Aplicações do censo demográfico para a reconstrução e emenda das estatísticas do movimento da população, 7).

Processo normal de cálculo das taxas de fecundidade, com base nas estatísticas dos nascimentos e nos censos. Impossibilidade de aplicação ao Brasil. Processo aplicável ao Brasil, baseado nos dados censitários. Análise da marcha da fecundidade em função da idade. Comparações internacionais. Aplicação das taxas calculadas para a determinação do número dos nascimentos ocorridos no último quinquênio.

Estudos sobre a fecundidade e a prolificidade da mulher no Brasil, no conjunto da população e nos diversos grupos de cor. Rio de Janeiro, IBGE, 1949. 86 p., il. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística demográfica, 5 ).

Determinação da fecundidade feminina segundo a idade, conforme o censo de 1940, e aplicações ao cálculo da taxa de natalidade, da tábua de fecundidade e do coeficiente de reprodução para a população do Brasil; determinação das quotas das mulheres que se tornam prolíficas e das taxas de prolificidade, por ano de idade e segundo a cor, no Brasil.

A fecundidade da mulher, segundo a cor, nas diversas Unidades da Federação. In: CONSELHO NACIONAL DE ESTATÍSTICA. Laboratório de Estatística. Estudos sobre a natalidade e a mortalidade no Brasil. Rio de Janeiro, 1952. 161 p. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística demográfica, 14) cap. 5, p. 47-115, tab.

Estudo baseado nos resultados do censo de 1940. São determinadas para cada grupo de cor, em cada Unidade da Federação, as seguintes proporções, por grupos de idade: mulheres que tiveram filhos nascidos vivos, em relação às mulheres que os tiveram (taxa cumulativa de prolificidade); dos filhos tidos vivos em relação ao total das mulheres (taxa cumulativa de fecundidade). Essas proporções são analisadas comparativamente, após retificação pelo método da população-padrão, procurando-se determinar a influência, na formação das taxas cumulativas de fecundidade, das quotas de prolíficas e das taxas cumulativas de prolificidade, em função das quais variam as primeiras. São calculadas, ainda, taxas simples de fecundidade por grupos de idade, para cada grupo de cor da população do Brasil. Nota complementar: análise da significação da proporção entre o número de crianças (de 0 a 4 ou 0 a 9 anos) e o número das mulheres em idades fecundas, como índice da fecundidade, para os diversos grupos de cor, segundo as Unidades da Federação, censos de 1940 e de 1950.

A fecundidade masculina em geral. In: CONSELHO NACIONAL DE ESTATÍSTICA. Laboratório de Estatística. Pesquisas sobre a natalidade no Brasil. 4a série. Rio de Janeiro, 1965. 116 p., tab. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística demográfica, 28) cap. 1, seção 1, p. 7-13, tab.

As apurações dos filhos tidos, segundo declarações dos homens recenseados no Brasil em 1940 e 1950; observações acerca da fidedignidade dos dados apurados; índices segundo a idade; discrepâncias aparentes entre os índices dos dois sexos; taxas e comparações internacionais. Estudo paralelo ao A fecundidade masculina na população do Brasil, segundo a idade, a atividade principal e a posição na ocupação.

Migração

Alguns dados sobre a emigração italiana para o Brasil. Rio de Janeiro, IBGE, 1958. 9 f., tab. (Estudos demográficos, 242).

A emigração italiana para o Brasil nos últimos cem anos. Os italianos no Brasil, segundo o Censo de 1950 e distribuição territorial. Relação dos principais estudos realizados pelo IBGE sobre a emigração italiana para o Brasil.

Alguns grupos estrangeiros no Paraná. Rio de Janeiro, IBGE, 1943. 5 f., tab. (Análises de resultados do censo demográfico, 79).

Apuração de alguns grupos estrangeiros. Exame, por nacionalidade, e comparação com 1920. Distribuição territorial dos diferentes grupos. Municípios com os maiores números de estrangeiros das nacionalidades consideradas.

O aproveitamento das apurações do Censo Demográfico de 1940 para a determinação das correntes de migração interior. Rio de Janeiro, IBGE, 1948. 67 p., il. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística demográfica, 1).

Pela apuração censitária do lugar de nascimento dos brasileiros natos, em combinação com o lugar de presença na data do censo, determina-se o saldo dos movimentos de migração interior entre cada Unidade da Federação e Região Fisiográfica, procurando-se obter indicações sobre a importância comparativa das diversas correntes migratórias. Algumas características destas são reveladas pela discriminação aos emigrados segundo o sexo e a idade.

Os brasileiros naturalizados, segundo o país de origem. Rio de Janeiro, IBGE, 1950. 8 f., tab. (Estudos complementares das Análises de resultados do censo demográfico, 10).

Análise dos resultados do censo de 1940, visando a estabelecer o diferente grau de assimilação política no meio brasileiro dos imigrados de diversas procedências; considerações sobre os fatores das diferenças e sobre as causas da baixa frequência das naturalizações em geral.

Distribuição territorial dos espanhóis presentes no Brasil em 1950. Rio de Janeiro, IBGE, 1956. 5 f., tab. (Estudos demográficos, 153).

Espanhóis presentes em 1920, 1940 e 1950. Discriminação por sexo. Distribuição territorial, 1940. Imigrações depois do censo de 1950.

Distribuição territorial dos italianos presentes no Brasil em 1950. Rio de Janeiro, IBGE, 1956. 5 f., tab. (Estudos demográficos, 150).

Italianos presentes em 1950; comparações retrospectivas. Discriminação por sexo. Distribuição territorial. Variações desta distribuição de 1940 a 1950. Imigrações até 1955.

Distribuição territorial dos japoneses presentes no Brasil em 1950. Rio de Janeiro, IBGE, 1956. 5 f., tab. (Estudos demográficos, 152).

Japoneses presentes em 1920, 1940 e 1950. Discriminação por sexo. Distribuição territorial em 1950. Imigrações depois do censo de 1950. Comparações com 1940.

Distribuição territorial dos habitantes que falam no lar línguas estrangeiras ou aborígenes. In: CONSELHO NACIONAL DE ESTATíSTICA. Laboratório de Estatística. Estudos sobre as línguas estrangeiras e aborígenes faladas no Brasil. Rio de Janeiro, 1950. 114 p. tab. (Estudos de estatística teórica e aplicada. Estatística cultural, 2) cap.3, p.27-41.

Análise da distribuição segundo as regiões fisiográficas e as Unidades da Federação, com discriminação nas diversas línguas faladas.

Distribuição territorial dos portugueses presentes no Brasil em 1950. Rio de Janeiro, IBGE, 1956. 5 f., tab. (Estudos demográficos, 151).

Portugueses presentes no Brasil em 1920, 1940 e 1950. Discriminação por sexo dos presentes em 1950. Distribuição territorial. Variações desta distribuição de 1940 a 1950. Imigrações de 1950 a 1955.

A distribuição territorial dos principais grupos estrangeiros no Brasil, conforme o censo de 1940. Rio de Janeiro, IBGE, 1946. 6 f., tab. (Análise de resultados do censo demográfico, 297).

Os principais grupos estrangeiros e sua distribuição territorial. Dados absolutos e proporcionais, dos estrangeiros presentes em 01.09.1940, com discriminação das principais nacionalidades, segundo as Regiões Fisiográficas e as Unidades da Federação.

Fatores econômicos e sociais das migrações para as cidades da América Latina, Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 26, n. 101/102, p. 1-5, jan./jun, 1965. Comunicação ao Congresso Mundial da População, Belgrado, set. 1964.

Analisa os principais fatores da emigração das zonas rurais para as urbanas.

Mortalidade

Análise dos dados sobre a mortalidade no Estado do Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro, IBGE, 1953. 23 f. (Estudos demográficos, 56).

Análise crítica dos dados sobre a mortalidade geral, por zonas fisiográficas e Municípios e sobre a mortalidade na infância e a natimortalidade.

Cálculo de taxas de mortalidade segundo grupos de idade, por sexo, e construção de tábuas de sobrevivência, conforme a mortalidade do período 1939-41, para os Municípios do Recife, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte e Belém. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 8, n. 29, p.58-66, jan. /mar. 1947.

Cálculo de taxas de mortalidade segundo o sexo e grupos de idade; construção de tábuas de mortalidade e sobrevivência (descrição dos processos aplicados). Comparações retrospectivas da mortalidade em Recife, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte e Belém.

Cálculos complementares acerca da mortalidade da população natural do Brasil. Rio de Janeiro, IBGE, 1953. 4 f., tab. (Estudos demográficos, 62 bis ).

Complementa o estudo Estatísticas necessárias ao estudo e orientação da economia brasileira, publicado na Revista Brasileira de Estatística, v. 4, n. 16, out./dez. 1943, p. 653-660.

Comparação entre as taxas de mortalidade, por grupos de causas de óbitos, calculadas diretamente, e as calculadas indiretamente pela tábua de sobrevivência. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 6, n. 24, p. 747-750, out./dez. 1945, tab.

Considerações acerca da comparação entre tábua de mortalidade segundo as causas de óbitos. Cálculo da taxa geral de mortalidade pela tábua de sobrevivência, de taxas específicas de mortalidade pela tábua de sobrevivência, com discriminação das causas de óbitos.

Ensaio de ajustamento das tábuas de mortalidade brasileira calculadas por Bulhões Carvalho. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 1, n. 4, p. 674-693, out./ dez. 1940, tab., gráf.

As tábuas de mortalidade e de sobrevivência de Bulhões Carvalho; sua importância; a aptidão da tábua BC cap. para representar a mortalidade da população total natural do Brasil, no período 1890-1920.

Incógnitas da mortalidade no Brasil. Rio de Janeiro, IBGE, 1956. 13 f., tab. (Estudos demográficos, 191).

Dificuldades para os cálculos de tábuas de sobrevivência e de vida média por falta de estatísticas fidedignas do registro civil. O processo proposto por George J. Stolnitz para populações que tenham apenas censos demográficos. Dificuldades de aplicação ao Brasil e tentativa de aplicação por Stolnitz e resultados obtidos. Comentário sobre esses resultados e tentativas paralelas pelo Prof. Mortara.

Natalidade

Comparação entre as taxas de natalidade estimadas com base no censo demográfico de 01 de setembro de 1940, e as calculadas conforme a estatística do registro civil. In: SERVIÇO NACIONAL DE RECENSEAMENTO. Gabinete Técnico. Estimativas da taxa de natalidade para o Brasil, as Unidades da Federação e as principais Capitais. Rio de Janeiro, 1948. 57 p., il. cap. 2, p. 16-28, mapa, tab., gráf.

Neste estudo são tambem aproveitados, para comparações, os dados dos batizados.

Estimativas da natalidade no Brasil, segundo as Unidades da Federação. Rio de Janeiro, IBGE, 1954. 6 f., tab. (Estudos demográficos, 118).

Cálculo do número dos nascidos vivos e da taxa de natalidade nos últimos dez anos anteriores e 01.07.1950, baseado nos resultados do censo e em hipóteses sobre a mortalidade na infância. Aplicação das taxas de natalidade por Unidades da Federação à estimativa do número dos nascidos vivos em 1953.

Nupcialidade

Determinação da nupcialidade feminina, segundo a idade, com base na apuração censitária do estado conjugal segundo a idade, e aplicação ao cálculo da taxa de nupcialidade geral na população do Brasil e a construção da tábua de nupcialidade para uma geração feminina. Rio de Janeiro, IBGE, 1948. 36 f., tab. (Aplicações do censo demográfico para a reconstrução e emenda das estatísticas do movimento da população, 42).

Sendo muito incompletas as estatísticas de casamentos no Brasil, procura-se, neste estudo, determinar as taxas de nupcialidade das mulheres solteiras, por anos de idade, mediante os dados do censo de 1940 sobre a distribuição das mulheres segundo o estado conjugal e a idade. Calculam-se, ainda, conforme hipóteses razoáveis, as taxas de nupcialidade das viúvas. Com base nos resultados desses cálculos, determina-se o número anual dos casamentos e a taxa de nupcialidade e, pela coordenação com a tábua de sobrevivência, constrói-se uma tábua de nupcialidade. Comparam-se as taxas brasileiras de nupcialidade das solteiras com taxas verificadas em outros países.

Tábuas de sobrevivência

Ajustamento da tábua de sobrevivência para a Colômbia (1939-41), segundo a fórmula de GOMPERTZ-MAKEHAM. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 4, n.15, p. 536-541, jul./set. 1943.

A fórmula de GOMPERTZ-MAKEHAM e adaptação dessa fórmula para representar determinadas tábuas de mortalidade. Aplicação à Colômbia: cálculo dos coeficientes instantâneos de mortalidade; passagem dos coeficientes instantâneos às probabilidades de morte; construção da tábua de sobrevivência ajustada; comparação da tábua ajustada segundo a fórmula de MAKEHAM com as ajustadas por RODRIGUEZ e MORTARA (probabilidades de morte; sobreviventes e vida média).

Ajustamento das tábuas de sobrevivência de 1939-41, segundo a fórmula de GOMPERTZ-MAKEHAM. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 6, n. 24, p. 668-678, out./dez. 1945, tab.

A fórmula de GOMPERTZ-MAKEHAM e a representação da mortalidade em função da idade. Critério, para a verificação da aplicabilidade da referida fórmula. Esclarecimentos acerca das tábuas de sobrevivência já calculadas para o RJ e SP. Aplicação da fórmula para a representação da mortalidade nessas capitais. Cálculo preliminar das taxas instantâneas de mortalidade. Determinação do parâmetro C, A e B. Comparação entre as probabilidades de morte, do ajustamento atual e as do ajustamento anteriormente realizado segundo outra fórmula. Comparação dos sobreviventes, entre os ajustamentos de 1939-41 e os de 1920-21.

Comparação entre as tábuas de sobrevivência do Distrito Federal e do Município de São Paulo para os períodos 1939-41 e 1920-21. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 6, n. 24, p. 635-651, out./dez. 1945, tab.

Relação das tábuas de sobrevivência calculadas para o período 1939-1941 e das disponíveis para comparações retrospectivas. Comparações entre as tábuas ajustadas e as não ajustadas; comparações entre as tábuas para o sexo masculino e feminino, em cada capital (1920-1921 e 1939-1941) sem discriminação de sexo; proposta de retificação das tábuas de sobrevivência 1939-1941, levando-se em conta no cálculo da mortalidade infantil os óbitos de lactentes, erroneamente registrados como casos de nascidos mortos.

Comparação entre as tábuas de sobrevivência dos municípios do Recife, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte e Belém e outras tábuas nacionais e estrangeiras. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v.8, n. 29, p.88-96, jan./mar. 1947.

Comparação entre dados referentes a idades escolhidas, tirados das tábuas de sobrevivência das cinco capitais; comparações da vida média na idade de 0 ano; a mortalidade das capitais brasileiras no quadro internacional; comparações nacionais e internacionais da distribuição dos óbitos por grandes grupos de idade, segundo as tábuas de sobrevivência; comparações da duração média da vida economicamente produtiva.

Construção e ajustamento de tábuas de sobrevivência, conforme a mortalidade do período 1939-41. Revista Brasileira de Estatística, Rio de Janeiro, v. 6, n. 24, p. 549-601, out./dez. 1945, tab.

Cálculo inicial das probabilidades de morte por grupos de idade. Determinação das probabilidades de morte por anos de idade, para as tábuas não ajustadas, e para as tábuas ajustadas. Cálculo das tábuas de sobrevivência.

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