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Presidente do IBGE: 2016-2017

Carioca, graduado em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ (1971) e em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ (1971). É mestre e doutor em Economia pela Universidade de Chicago, onde cursou com os professores Milton Friedman, Gary Becker e T.W. Schultz, todos ganhadores do Prêmio Nobel em Economia.

Membro e presidente (1994-1996) da Academia Internacional de Direito e Economia – AIDE, foi professor titular no Curso de Doutorado da Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas – FGV, nas cadeiras de Economia Agrícola, Economia Regional e Urbana e Economia da Informação; criador e coordenador do Grupo de Informação Agrícola no Instituto Brasileiro de Economia – IBRE da FGV; criador e editor da revista especializada Agroanalysis; redator-chefe da revista Conjuntura Econômica da FGV encarregada, até os anos 1980, de publicar nacionalmente as Contas Nacionais e os Índices Nacionais de Preços.

Sua trajetória inclui cargos de alta direção em empresas como SR Rating, ARC Ratings, RC Consultores, Macroconsulting, entre outras, além de participação em entidades profissionais. Integra o Comitê de Gestão do Grupo de Líderes Empresariais – Lide, é conselheiro do Conselho de Economia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP e exerceu a presidência do Conselho de Planejamento Estratégico da FECOMERCIO/SP.

Ex-presidente do Instituto Atlântico, entidade sem fins lucrativos, formuladora de políticas públicas, fundada em 1993, e fundador da ONG Instituto Maria Stella, que já formou mais de dois mil alunos carentes na iniciação à informática como ferramenta de estudo e trabalho. Coordenou o Movimento Brasil Eficiente, que propõe uma simplificação da carga tributária e mais eficiência dos gastos públicos.

Contribuiu para diversas mídias, como colunista e comentarista, entre as quais o Jornal Brasil Econômico, Jovem Pan e vários blogues de opinião. É autor de vários livros, como O Mito do Governo Grátis: o mal das políticas econômicas ilusórias e as lições de 13 países para o Brasil mudar (2014); Galo Cantou! A conquista da propriedade pelos moradores do Cantagalo (2011), vencedor do Prêmio Jabuti 2012, na categoria de arquitetura e urbanismo; Panorama fiscal no Brasil, Proposta de ação (2010); A crise financeira internacional (2009); A grande bolha de Wall Street (2008) e Tributos no Brasil: auge, declínio e reforma (2008).

Presidente do IBGE de 04 de julho de 2016 a 01 de junho de 2017, Paulo Rabello de Castro tomou posse em cerimônia no Palácio do Planalto, quando disse que o Instituto representa a vontade da população brasileira de ter um país “mais eficiente e decente, passado a limpo e com confiança e entusiasmo redobrados”. Sua gestão promoveu a renovação do parque tecnológico da instituição e viabilizou a realização do Censo Agropecuário, tendo participado da prova-piloto realizada em Cachoeira do Macacu.

Exerceu a presidência por 11 meses, tendo saído para assumir a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. Sobre sua saída, disse que “não gostaria de sair do IBGE, a não ser por efeito de uma missão. Só que o ibegeano não foge a missões. Tem um certo gostinho, inclusive, por missões difíceis e sacrificadas. Esse é o espírito do ibegeano”.


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